O Congresso Mega Brasil de Comunicação 2013, mais especificamente a Sala VIP do #congresso4em1, será palco do pré-lançamento da Sala de Situação. O produto é um desenvolvimento conjunto da Boxnet -- empresa do grupo Maxpress -- com a Elemídia Empresas, e reúne toda a expertise da primeira de monitorar, classificar e oferecer conteúdo informacional de interesse de organizações, à tecnologia dos monitores da segunda.
Segundo Sérgio Franco, presidente da Boxnet, que falou com exclusividade a este blog, o objetivo da Sala de Situação é diminuir o tempo de tomada de decisão de empresas frente a uma informação de mercado sobre sua marca, seus produtos ou resultados financeiros. "É exponencial a velocidade com que informações sobre você, sua marca ou empresa circulam pelos mais diferentes veículos de comunicação, tradicionais ou não. Com a Sala de Situação, pretendemos municiar os gestores de comunicação de mais tecnologia para que seu público interno tenha as informações tão rapidamente quanto sejam necessárias as ações a serem tomadas para reforçar mensagens positivas ou fazer esclarecimentos quanto a potenciais situações problemáticas", explicou.
Por trás do lançamento está a intenção de o grupo Maxpress, parceiro de longa data da Mega Brasil e do Congresso Mega Brasil de Comunicação, de acabar com o estigma de crise que existia no meio corporativo. "Antigamente se falava em monitorar informações para resolver uma situação de crise, mas o mercado corporativo já entendeu que o casamento da tecnologia com a internet gerou um processo de engajamento maior e muito mais veloz tornando cada dia um dia potencialmente de crise. Nosso produto vai permitir aos gestores da Comunicação empresarial intervir muito mais rapidamente ao que estiver acontecendo", complementou Franco.
A Sala de Situação é modular e taylor made. Partindo de quatro telas, pode chegar a 32, dependendo da necessidade de cada organização. Sua apresentação será feita em primeira mão junto ao seleto público que circulará pela Sala VIP do congresso, por onde passarão todos os painelistas e palestrantes do evento, além de convidados especiais.
As novidades antes e durante do > e + completo evento de Comunicação da América Latina.
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quinta-feira, 18 de abril de 2013
quarta-feira, 3 de abril de 2013
Lançamento da primeira plataforma na nuvem para gestão da Comunicação será no #congresso4em1
Texto de Douglas Reis,
edição de Vany Laubé
O sistema de armazenamento de dados em nuvem (cloud computing) já é realidade para muitas empresas, que o escolheram para evitar que grande parte de seu orçamento fosse investido em TI. Com isso, as empresas possibilitam o acesso de todos os funcionários às informações corporativas em qualquer lugar do mundo, a qualquer hora do dia. Basta ter um aparelho conectado a uma internet capaz de rodar a interface do sistema, minimizando, assim, os riscos das famosas panes no servidor. Nesta opção de armazenamento, os servidores deixam de ser locais para adquirirem uma forma virtual, como é o caso do Salesforce, que possibilita às corporações maior precisão em seu CRM – Customer Relationship Management, termo em inglês para Gestão de Relacionamento com o Cliente. Nele é possível, por exemplo, fazer um acompanhamento de todas as interações da empresa com seus clientes.
A proposta é pioneira no Brasil e vem ao encontro do espírito inovador do Congresso que, a cada ano, traz aos participantes o que há de mais moderno praticado pelas empresas de referência na área e discute tendências de mercado e inovações que buscam facilitar e aprimorar o trabalho de PR, jornalistas e comunicadores. Ficou curioso para saber mais sobre essa nova plataforma em nuvem? Venha participar do #congresso4em1 e seja um dos primeiros a conhecer o potencial desta nova ferramenta.
domingo, 22 de maio de 2011
Crowdsourcing: se você ainda não sabe o que é, não perca esta palestra
Trazido o conceito da área de tecnologia para o mundo dos negócios, o modelo agora será tratado a sério por quem entende do assunto: Fernando Taralli, presidente da Energy, falará sobre o tema, no dia 26, em uma das palestras simultâneas, que acontecem às 16h40, na sala Havana.
Vale a pena conferir como cada vez mais termos a priori distantes do seu cotidiano podem estar tão próximos quanto você realmente imagina.
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Gil Giardelli abre Balada da Comunicação e fala sobre “Empresas do Século XX, Pessoas do Século XXI”
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| Gil Giardelli (à direita) firma com Marco Rossi, da Mega Brasil participação na Balada da Comunicação no #congresso3em1 |
“Numa era em que a Informação vem sendo substituída pela Participação, feita por pessoas para pessoas, a nova era digital é uma revolução as tendências tecnológicas, econômicas e sociais, marcada pela coletividade, participação e compartilhamento,
premissas da nova Web - a nova geração da Internet. Não há mais fronteiras. As informações chegam a qualquer momento, não há distâncias físicas. No século XXI, a inovação, as redes sociais e a era digital são os catalisadores de uma mudança de
paradigmas. O que faremos sobre isso?”
premissas da nova Web - a nova geração da Internet. Não há mais fronteiras. As informações chegam a qualquer momento, não há distâncias físicas. No século XXI, a inovação, as redes sociais e a era digital são os catalisadores de uma mudança de
paradigmas. O que faremos sobre isso?”
Assim começa o questionamento do trabalho que Gil Giardelli levará para a segunda versão do Congresso Mega Brasil de Comunicação 2011, o #congresso3em1, que a Mega Brasil Comunicação realiza, de 24 a 27 de maio, no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo. O profissional é CEO da Gaia Creative, agência na qual cria inteligência de mídias sociais, economia colaborativa e gestão do conhecimento para empresas, e um dos mais disputados para discutir as tendências em Ações Inovadoras em Comunicação Digital; Redes Sociais e Inovação Digital; Startups, Economia Criativa e Empreendedorismo na Era Digital; e CyberArte, entre outros assuntos da atualidade.
Com extensa agenda na área acadêmica, Gil Giardelli baseia-se na Sociedade Imediatista, Economia Criativa e na era da democracia das mídias sociais. Professor de Pós-Graduação e MBA na ESPM, Giardelli também é TEDXspeaker no TEDxSudeste e no TEDxPorto Alegre e palestrante em mais de 600 eventos, como RioInfo, Fórum de Inovação RJ, WebExpoForum. Em empresas, ele também é um empreendedor da Nova Era, tendo fundado cinco empreendimentos digitais, além de sua atual agência.
“O poder está nas mãos das pessoas que produzem conteúdo e o disponibilizam na rede. Mais indivíduos publicam conteúdo na rede e, hoje, o mundo digital acontece em duas vias. Estamos falando de uma nova sociedade na qual as redes sociais passam a ter um enorme poder formador de opinião. Agora, o público não aguarda mais a informação, ele mesmo a produz”, disse Giardelli, que mantém na manga assuntos ligados a dois fenômenos que, no exterior estão já transformando o cotidiano de pessoas e empresas: geolocalização e a crescente utilização do vídeo como ferramenta de publicidade, mas não nas mídias tradicionais, e sim, no YouTube, nos Estados Unidos, a segunda maior rede de procura.
Anote na agenda:
Palestra: Empresas do século XX, pessoas do século XXI
Palestrante: Gil Giardelli
Quando: 27/05/2011 – 17h30 às 18h30
Onde: Centro de Convenção Rebouças
Informações adicionais: #congresso3em1
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Balada da Comunicação tem Giardelli na abertura
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| Rossi almoçou com Gil para convidá-lo ao evento |
No ano passado, ficou no quase, mas, daqui prá frente, tudo vai ser diferente, como diz a música!
Ao professor dos professores, quando o assunto é o mundo.com, Gil Giardelli, caberá abrir a Balada da Comunicação - novidade criada pela Mega Brasil para o último dia do #congresso3em1. A programação foi pensada para #ahazar, a um preço inigualável.
O objetivo, segundo o anfitrião, Marco Antonio Rossi, na foto à esquerda, no almoço em que convidou Gil Giardelli para vir ao evento, é trazer ao ambiente do Congresso os universitários. Além de assistir a uma aula do mestre, qualquer aluno de Comunicação pode se inscrever e seguir com a programação, que inclui a apresentação de um "filmaço", com direito à discussão de seu conteúdo com o diretor, e tudo isso ... bem, a página da inscrição ainda não reabriu, pessoal tem que aguardar.
Seu trabalho acadêmico é baseado na Sociedade Imediatista, Economia Criativa e na era da democracia das mídias sociais. Ele dá aulas nos cursos de Pós-Graduação e MBA na ESPM, em cujo Centro de Inovação e Criatividade (CIC)coordena os cursos de Ações Inovadoras em Comunicação Digital; Redes Sociais e Inovação Digital; Startups, Economia Criativa e Empreendedorismo na Era Digital; e CyberArte.
TEDXspeaker no TEDxSudeste e no TEDxPorto Alegre e palestrante em mais de 600 eventos, como RioInfo, Fórum de Inovação RJ, WebExpoForum e em empresas, ele também é CEO da Gaia Creative, na qual implementa inteligência de mídias sociais, economia colaborativa e gestão do conhecimento para empresas. Isso sem contar o fato de ter sido fundador de outras cinco empresas da era digital. Ao clicar em cada uma das vezes em que seu nome foi citado neste post, o leitor pode também abrir um de seus espaços e saber mais sobre ele.
Isso foi somente uma palhinha, porque há muito mais coisas em seu currículo que a vã filosofia pode sequer imaginar. Até lá, guarde na agenda: dia 27 de maio, depois do crème de la crème, tem Gil Giardelli no #congresso3em1. E #olhovivo na cobertura.
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quarta-feira, 30 de março de 2011
M2C: Bem-vindos, as mídias sociais estão mortas
A indústria das mídias sociais. Seu estado atual e o motivo pelo qual mesmo empresas consideradas bem-sucedidas tendem ao fracasso
Desta forma, Nils Anders, fundador do Brands Science Institute e organizador da Conferência Marketing 2.0, coberta pelo gerente de Comunicação Digital Wallace Baldo, da Ketchum Estratégia, com exclusividade, para a rádio Mega Brasil online, abriu o evento, que acontece esta semana em Paris.
A princípio desconsertante, o tema tem sido alvo de constantes discussões na #TL (timeline) do twitter. Envolve a questão de uma nova bolha, semelhante à que vimos e vivemos em 1999/2000. Desta vez, não seria sobre a internet como a conhecemos pela primeira vez, a web 1.0, mas sobre o fenômeno das mídias sociais, seu poder de engajamento e, consequentemente, dos resultados de negócios advindos da migração das ações de marketing das redes de broadcast para o socialcast.
Por ser um dos assuntos que podem movimentar o #congresso3em1 daqui a pouco mais de 50 dias, o #blog resume, a seguir, o conteúdo apresentado por Anders, que, segundo Wallace Baldo, resultou de um estudo feito pelo instituto.
Desta forma, Nils Anders, fundador do Brands Science Institute e organizador da Conferência Marketing 2.0, coberta pelo gerente de Comunicação Digital Wallace Baldo, da Ketchum Estratégia, com exclusividade, para a rádio Mega Brasil online, abriu o evento, que acontece esta semana em Paris.
A princípio desconsertante, o tema tem sido alvo de constantes discussões na #TL (timeline) do twitter. Envolve a questão de uma nova bolha, semelhante à que vimos e vivemos em 1999/2000. Desta vez, não seria sobre a internet como a conhecemos pela primeira vez, a web 1.0, mas sobre o fenômeno das mídias sociais, seu poder de engajamento e, consequentemente, dos resultados de negócios advindos da migração das ações de marketing das redes de broadcast para o socialcast.
Por ser um dos assuntos que podem movimentar o #congresso3em1 daqui a pouco mais de 50 dias, o #blog resume, a seguir, o conteúdo apresentado por Anders, que, segundo Wallace Baldo, resultou de um estudo feito pelo instituto.
• A quantidade de ações de mídias sociais que falham é de 87%.O estudo revelou ainda que existe uma concentração enorme de resultados positivos de ações na mão de poucos: 7% das agências respondem por 89% das campanhas bem-sucedidas. Com isso, não é difícil concluir que marcas não alicerçadas por agências precisam tomar cuidado com as pessoas que contratam para cuidar de seus perfis em mídias sociais. "Afinal, se um planejamento fraco e a execução mal feita estão matando a web social, a reputação destas marcas também pode estar em perigo", disse Baldo, traduzindo Nils Sanders. (Texto de Vany Laubé, com base em podcast de Wallace Baldo, imagem de divulgação do site do evento)
• Este resultado ruim decorre de 79% das ações existirem sem política de moderação.
• 91% destas ações alocam orçamentos de forma equivocada.
• Além disso, 70% das empresas não definem objetivos de negócios com suas ações de mídias sociais.
• Por fim, existe pouco investimento das empresas em treinar quem vai usar as ferramentas das mídias sociais, gerando erros de ideia e estrutura.
terça-feira, 25 de maio de 2010
Os impactos das novas mídias no modelo de comunicação
Os jornais impressos irão migrar para a internet? Vamos ter um jornalismo 100% digital? Com estas questões provocativas o Ministro Franklin Martins, da Secretaria de Comunicação da Presidência da República (SECOM) abriu o Congresso Mega Brasil de Comunicação 2010, nesta terça-feira (25/05), dando um panorama do que será discutido nos próximos quatro dias do evento e que o Jornal da Comunicação, da Mega Brasil está cobrindo oficialmente, com matérias elaboradas pela equipe já apresentada aqui.
Realizado no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo, até sexta-feira, dia 28, o “Congresso 3 em 1” bateu todos os recordes, seja em número de participantes, quanto de atividades programadas e de palestrantes.
“São mil profissionais participando de sessenta atividades, entre conferências, palestras (sete internacionais), wokshops, cursos e três eventos inéditos, além das setenta organizações que estão nos apoiando”, comemorou Marco Rossi, um dos sócio-diretores da Mega Brasil Comunicação. Nada mais apropriado para um encontro que se propõe a fazer um ciclo de completo de comunicação e oferecer ao mercado o que existe de mais moderno na indústria da informação, completou Eduardo Ribeiro, o outro.
Durante a Conferência Magna de Abertura, intitulada A Comunicação Digital e seus impactos na sociedade e no jornalismo, o Ministro Franklin Martins também destacou que os meios digitais estão ampliando o cenário da comunicação, mas a questão é avaliar o quanto as novas mídias online afetam os pilares da comunicação. Na avaliação do ministro, o grande problema é que as pessoas que fazem o jornalismo hoje ainda são formadas pensando na mídia impressa e fazem, na internet, uma extensão do que é publicado em papel. “O conteúdo que encontramos na mídia digital hoje nada mais é do que uma reprodução da mídia impressa, com todos os seus modelos e formas”, destacou.
Segundo Martins, desde sempre a indústria da comunicação produz informação para a massa consumidora e esse novo modelo digital provoca mudanças neste relacionamento. Hoje, existem vários canais de informação que permitem à população participar ativamente do processo de formação da notícia. “Dessa forma, o jornalismo passa a ser uma atividade pública e não privada. E precisamos desses espaços públicos para produzir a informação.” finalizou. (Texto de Ana Gabriela Craveiro).
Realizado no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo, até sexta-feira, dia 28, o “Congresso 3 em 1” bateu todos os recordes, seja em número de participantes, quanto de atividades programadas e de palestrantes.
“São mil profissionais participando de sessenta atividades, entre conferências, palestras (sete internacionais), wokshops, cursos e três eventos inéditos, além das setenta organizações que estão nos apoiando”, comemorou Marco Rossi, um dos sócio-diretores da Mega Brasil Comunicação. Nada mais apropriado para um encontro que se propõe a fazer um ciclo de completo de comunicação e oferecer ao mercado o que existe de mais moderno na indústria da informação, completou Eduardo Ribeiro, o outro.
Durante a Conferência Magna de Abertura, intitulada A Comunicação Digital e seus impactos na sociedade e no jornalismo, o Ministro Franklin Martins também destacou que os meios digitais estão ampliando o cenário da comunicação, mas a questão é avaliar o quanto as novas mídias online afetam os pilares da comunicação. Na avaliação do ministro, o grande problema é que as pessoas que fazem o jornalismo hoje ainda são formadas pensando na mídia impressa e fazem, na internet, uma extensão do que é publicado em papel. “O conteúdo que encontramos na mídia digital hoje nada mais é do que uma reprodução da mídia impressa, com todos os seus modelos e formas”, destacou.
Segundo Martins, desde sempre a indústria da comunicação produz informação para a massa consumidora e esse novo modelo digital provoca mudanças neste relacionamento. Hoje, existem vários canais de informação que permitem à população participar ativamente do processo de formação da notícia. “Dessa forma, o jornalismo passa a ser uma atividade pública e não privada. E precisamos desses espaços públicos para produzir a informação.” finalizou. (Texto de Ana Gabriela Craveiro).
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