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segunda-feira, 23 de abril de 2012

Esportes e Comunicação: só em time para conseguir bons resultados


Numa época em que os holofotes do Brasil se voltam para a recepção da Copa do Mundo, em 2014, e dos Jogos Olímpicos, em 2016, um tema que não poderia ficar de fora neste #congresso4em1 é o da integração da comunicação com o esporte como alavanca de marketing de negócios.  A hora é agora e o maior congresso de comunicação corporativa da América Latina vai abordar o tema através da palestra “Como usar a plataforma do esporte para gerar proximidade e relacionamento das marcas com diferentes públicos” da diretora-executiva da Ketchum Sports & Entertainment global (KSE), Ann Wool.

Para Ann, que esteve recentemente no país para o lançamento da Ketchum Sports & Entertainment Brasil, ocasião em que a agência criou este material para divulgar a iniciativa, o país tem um enorme potencial para as ativações de RP através do esporte. “O crescimento acelerado da classe média criou um mercado com inúmeras oportunidades para a comunicação. As marcas estão procurando novas maneiras, cada vez mais eficientes,  de fidelizar seus públicos por associação ou conexão deles a suas paixões. Neste sentido, os esportes, a música e o uso de embaixadores de marca têm trazido excelentes resultados de awareness”, disse, com exclusividade, para este blog.

Ann vai explicar que a criatividade é o caminho para as marcas se destacarem. “Potencializar os investimentos feitos em ações de RP com melhores resultados passa pelo que chamamos de ativações integradas e isso, para nós, envolve transcender o nosso trabalho para o espírito de time, como acontece dentro de esportes coletivos. Assim, será comum ver uma equipe totalmente integrada representando as ações de PR, marketing de eventos, publicidade, compra de mídia e marketing de guerrilha, as ações digitais /sociais, enfim, um time co-criando e executando uma campanha em torno de uma única plataforma. E isso vale tanto para Jogos Olímpicos como um Rock’n Rio.”  E concluiu: “Iniciativas 360 graus fazem com que a ação ultrapasse o efeito de simples buzz e realmente criem impacto duradouro e lembrança de marca no consumidor”. 

A palestra de Ann Wool fecha os trabalhos do dia 30 de maio, quarta-feira, das 18h20 às 19h10. A seguir os congressistas estão convidados para o lançamento do AnuárioBrasileiro de Comunicação Corporativa 2012, com conferência do diretor do Grupo Estado, Ricardo Gandour.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Ben Foster anuncia o social business como o próximo driver das #SM


Às vésperas do Congresso Mega Brasil de Comunicação 2011, o vice-presidente e estrategista digital da Ketchum Midwest, Ben Foster, responsável por desenvolver as estratégias digitais e de mídias sociais para clientes da agência como Kimberly Clark e Kellogg’s, entre outros, deu uma entrevista exclusiva ao blog do #congresso3em1, mostrando bem a forma como a Ketchum ajuda seus clientes a perceberem a importância de uma interação adequada nas mídias sociais para geração de negócios.

Foster ecoa o mantra mundial, quando fala que o crescimento e a adoção das mídias sociais são uma das mudanças mais significativas que o mundo já presenciou, especialmente na imprensa. “O que as empresas vêm mais e mais percebendo é que as #SM não são apenas um novo e brilhante meio tecnológico do qual passamos a dispor para apenas empurrar uma nova propaganda aos clientes”, disse. É fato para ele também que as pessoas não utilizam as #SM para ouvir propagandas, mas para trocar, manter conversas realmente autênticas com clientes, formadores de opinião e parceiros de negócios.

Social business

Ao destacar “o quanto pode ser extremamente assustador para as empresas conversarem em #SM”, ele explicou seu trabalho na Ketchum: auxiliar os clientes a ouvirem seus consumidores para entender que isso pode, na verdade, ser a chave para um relacionamento autêntico que leve a um envolvimento de forma significativa. Para Ben Foster o mundo vive uma mudança em direção ao Social Business, no qual todos os aspectos do negócio usarão tecnologias sociais para interagir com clientes, acionistas, parceiros de negócios e muito mais. “Socialweb não é só marketing, nem só papo, mas trabalhar no sentido de auxiliar os clientes a passarem da fase do medo ao entendimento e deste ao processo de interação até ao de regimento das conversas socialmente. Ao fazer isso, estes clientes poderão criar um contexto em torno de seu produto ou serviço que levarão a mais clientes fiéis que comprarão, usarão, amarão e recomendarão seu produto ou serviço.” 

Este jovem bacharel em Marketing pela Miami University, com MBA em Economia e Finanças pela Universidade de Chicago é uma das atrações internacionais do #congresso3em1.  Para quem perdeu o post anterior, que o apresenta entre as demais, aqui está o link. Ainda dá tempo de você se inscrever se você ainda não o fez. Basta clicar aqui.

quarta-feira, 30 de março de 2011

M2C: Bem-vindos, as mídias sociais estão mortas

A indústria das mídias sociais. Seu estado atual e o motivo pelo qual mesmo empresas consideradas bem-sucedidas tendem ao fracasso

Desta forma, Nils Anders, fundador do Brands Science Institute e organizador da Conferência Marketing 2.0, coberta pelo gerente de Comunicação Digital Wallace Baldo, da Ketchum Estratégia, com exclusividade, para a rádio Mega Brasil online, abriu o evento, que acontece esta semana em Paris.

A princípio desconsertante, o tema tem sido alvo de constantes discussões na #TL (timeline) do twitter. Envolve a questão de uma nova bolha, semelhante à que vimos e vivemos em 1999/2000. Desta vez, não seria sobre a internet como a conhecemos pela primeira vez, a web 1.0, mas sobre o fenômeno das mídias sociais, seu poder de engajamento e, consequentemente, dos resultados de negócios advindos da migração das ações de marketing das redes de broadcast para o socialcast.

Por ser um dos assuntos que podem movimentar o #congresso3em1 daqui a pouco mais de 50 dias, o #blog resume, a seguir, o conteúdo apresentado por Anders, que, segundo Wallace Baldo, resultou de um estudo feito pelo instituto.
• A quantidade de ações de mídias sociais que falham é de 87%.
• Este resultado ruim decorre de 79% das ações existirem sem política de moderação.
• 91% destas ações alocam orçamentos de forma equivocada.
• Além disso, 70% das empresas não definem objetivos de negócios com suas ações de mídias sociais.
• Por fim, existe pouco investimento das empresas em treinar quem vai usar as ferramentas das mídias sociais, gerando erros de ideia e estrutura.
O estudo revelou ainda que existe uma concentração enorme de resultados positivos de ações na mão de poucos: 7% das agências respondem por 89% das campanhas bem-sucedidas. Com isso, não é difícil concluir que marcas não alicerçadas por agências precisam tomar cuidado com as pessoas que contratam para cuidar de seus perfis em mídias sociais. "Afinal, se um planejamento fraco e a execução mal feita estão matando a web social, a reputação destas marcas também pode estar em perigo", disse Baldo, traduzindo Nils Sanders. (Texto de Vany Laubé, com base em podcast de Wallace Baldo, imagem de divulgação do site do evento)

sexta-feira, 18 de março de 2011

Ketchum Estratégia: parceria em prol da valorização da profissão, dos profissionais e da Comunicação


Posicionada entre as dez maiores agências de comunicação do País, a Ketchum Estratégia é novamente patrocinadora temática do Congresso Mega Brasil de Comunicação. A parceria entre as empresas dura tanto tempo quanto a amizade pessoal entre Edu Ribeiro e Valéria Perito (clicando em seu nome, você pode conhecê-la falando sobre Planejamento em Relações Públicas), diretora e uma das fundadoras da agência, em 1987.

Por esta razão e abusando de seu lado RP – afinal, qual a mulher que gosta de revelar idades, mesmo que de parcerias? – foi direto ao ponto ao atender à solicitação de uma entrevista exclusiva ao blog #congresso3em1. "A Mega Brasil ajuda o mercado de Comunicação a raise the bar a cada ano, graças ao congresso. Foi pioneira ao criar este formato de encontro, único, voltado para o amadurecimento da Comunicação brasileira como um todo. Lá se vão mais de cinco anos, mas não saberia e acredito nem seja relevante informar, porque o que realmente importa é que a Mega Brasil nos proporciona anualmente uma incrível oportunidade de discussão conjunta para alinhar ações com necessidades de Comunicação em todo o País”, disse.

Com vasta experiência no mercado internacional, Valéria Perito, que no ano passado foi Chair of the Portuguese-Language Judging Committee do International Business Awards (International Business AwardsSM), também conhecido como International Stevie Awards (Stevie ® International Awards), ressaltou o caráter de troca possibilitado pelo Congresso:

“O entendimento das expectativas dos clientes, a oportunidade de dividir o que será tendência, sobretudo, as melhores práticas – quem está fazendo o que, com quais resultados e para quem - tanto para nós, agências, quanto para os congressistas e os palestrantes convidados, nacionais e internacionais, nos ajuda a elevar o padrão de qualidade de execução dos nossos trabalhos", complementou.

A representação da participação no ambiente interno

E quanto a ser parceira há anos, trazendo expertise, executivos da agência no Brasil e do exterior? “Está no nosso DNA", disse Valéria, cuja preocupação também se estende aos funcionários. “Quando a Ketchum patrocina um evento que visa à valorização e maior qualificação do mercado, o efeito disso dentro da própria empresa é inestimável”. Para ela, que coloca os crachás-convites a que tem direito à disposição das equipes para uma participação em esquema de rodízio - “porque não temos condição de fechar a agência” -, o peso de trabalhar em uma companhia que tem este entendimento e esta abertura com o alinhamento e a profissionalização, com a participação dos colaboradores, é um importante dividendo ao investimento no Congresso.

Resumindo, como ela mesmo preferiu: "A Mega Brasil contribui para viabilizar um momento de troca e aprendizado de todos, ao discutir as melhores ações de Comunicação para valorizar a profissão, o trabalho e a indústria da comunicação!" Precisa dizer mais?